sábado, 5 de julho de 2008

INTERLÚDIO

Porque há coisas muito mais importantes, este site vai estar em baixa intensidade durante cerca de uma semana.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

NOSTALGIA

Há dois carros americanos do fim dos anos sessenta, quase desconhecidos por cá e que me dizem muito por motivos sentimentais e de cuja condução tenho muitas saudades:
Um é o Oldsmobille Toronado de 1968 que é um verdadeiro clássico e talvez o automóvel mais potente que se fabricava então nos EUA, a par do Cadillac ElDorado com o qual partilhava o motor V8 com 6 litros de cilindrada:


O outro é o Buick Riviera de 1970, um must de design da época:

quinta-feira, 3 de julho de 2008

BOAS NOTÍCIAS

Não tão boas notícias: o petróleo chegou ontem aos 144$ e consta que vai continuar a subir. Lá se vai a descida de 1,2 cêntimos do IVA.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

HAJA DEUS




Segundo as últimas notícias, Ingrid Betancourt foi lbertada (ver meu post de 21.04.08)
A ser verdade, haja Deus e ponto final.

WHEN HARRY MET SALLY



Transformou-se num filme de culto, enquanto a Meg Ryan passava a ser a namoradinha da América e Billy Crystal uma vedeta de Hollywood.
Aqui fica a cena memorável passada no Katz Delicatessen de New York onde posso assegurar que se come uma excelente sandwich de pastrami que precisa de uma boa Miller a acompanhar.
Está actualmente a passar no canal Hollywood da TV Cabo.

OS MENINOS

Enquanto o PSD teve o seu "menino guerreiro" o PS tem o seu "menino de ouro", ou cada um tem os meninos que merece?
O que se passa?

terça-feira, 1 de julho de 2008

ESTAGFLAÇÃO 2

Do jornal Público de hoje:

a) “Euribor passa os cinco por cento e agrava crédito à habitação. Juros já estão em máximos de 8 anos”
b) “Inflação na zona euro atinge quatro por cento e bate recorde dos últimos 16 anos”. “José Luis Zapatero teme, justamente, que novas subidas das taxas de referência do banco central minem os esforços de relançamento económico…”
c) “Petróleo bate recordes, petrolíferas dizem que não há especulação”. Os responsáveis das petrolíferas garantem que “ a ideia de que é a especulação que está a fazer subir os preços é um mito” e que “a oferta não está a responder adequadamente à crescente procura”.

Da revista FORTUNE desta semana:

"Stagflation is back"
"The world is running short on energy, food and water. The answer: a massive dose of technology"

segunda-feira, 30 de junho de 2008

JARDINS URBANOS E RSE


Coimbra sempre foi conhecida por ser uma cidade com muitos espaços verdes e jardins.
Jardins públicos e privados. Infelizmente, as últimas décadas têm-se traduzido numa perda contínua desses espaços privados, à medida que antigas edificações rodeadas de jardins vão sendo progressivamente substituídas por novos edifícios muitas vezes em banda contínua. Quando se deixa algum espaço até ao passeio, este é invariavelmente pavimentado e impermeabilizado para estacionamento automóvel, o mesmo sucedendo aos logradouros posteriores. E assim se vai perdendo uma das facetas mais marcantes do urbanismo característico de Coimbra até à década de 70 do século XX e a cidade se vai tornando, em termos urbanísticos, idêntica a todas as outras.
Os numerosos espaços públicos ajardinados que nos últimos anos têm sido construídos vêm de alguma forma compensar aquela perda de vegetação que existia espalhada por toda a Cidade, permitindo que Coimbra mantenha aquele seu ar verde tão característico.
Estes espaços ajardinados, maiores e mais pequenos, são extremamente importantes para o equilíbrio ambiental e igualmente para que a vivência urbana se torne mais agradável para os habitantes e visitantes da Cidade.
Se os grandes espaços ajardinados estão normalmente arranjados e agradáveis para a sua fruição, já os pequenos espaços e mesmo ajardinamentos de menores dimensões um pouco dispersos pela Cidade não são objecto de cuidados tão permanentes, porque isso é absolutamente impossível para os serviços municipais.
Algumas cidades europeias recorreram ao patrocínio de entidades privadas para conseguirem uma adequada e permanente manutenção deste tipo de pequenos jardins que por vezes ocupam uns simples recantos entre prédios e ruas.
É assim que nessas cidades se podem observar jardins que ostentam placas que nos informam que esta ou aquela empresa que normalmente tem instalações mesmo ao lado ou nas proximidades, se encarregou da sua manutenção para usufruto dos seus concidadãos. Encontram-se mesmo situações em que áreas públicas anteriormente pavimentadas para poupar na manutenção foram objecto de ajardinamento e sujeitas a este tipo de patrocínio, disso beneficiando todos, enquanto o ambiente agradece.
Para as empresas que aceitam assumir esta pequena despesa trata-se de uma autêntica acção de responsabilidade social. Para a autarquia é evidentemente uma forma de melhor gerir os seus recursos, enquanto atinge os seus objectivos.
Para a comunidade urbana, para além dos objectivos ecológicos e de agradabilidade para as pessoas, consegue-se obter algo importantíssimo que é uma política de proximidade entre pessoas, entre pessoas e empresas e entre todos e os seus representantes eleitos.

Publicado no Diário de Coimbra em 30 de Junho de 2008

sábado, 28 de junho de 2008