sábado, 15 de março de 2008

METRO DE PROXIMIDADE




Têm-se colocado entraves à extensão do Metro Ligeiro de Superfície à zona da Solum, com receio da passagem nas proximidades de várias escolas.
Esta alteração do traçado traz muitas vantagens às populações citadinas, nomeadamente os diversos utentes da Solum, incluindo os moradores, alunos das escolas, comerciantes, empregados das lojas e mesmo compradores.
Colocam-se, como sempre acontece nestes casos, algumas questões de integração urbana ligadas com o traçado, que têm a ver com raios de curvatura apertados, níveis de ruído em zonas habitacionais, etc. Isto para além da questão do custo da extensão que é sempre relevante, embora numa óptica de optimização de custos-benefícios.
Trata-se de questões técnicas que devem ter um tratamento adequado a esse nível.
No que respeita às questões de convivência com outros meios de transporte e mesmo com peões trata-se igualmente de um problema artificial, que hoje em dia se encontra totalmente resolvido em muitas cidades que adoptaram este meio de transporte.
Como exemplo, observe-se as fotografias que tirei há pouco tempo em Bordéus.
É possível verificar dois aspectos interessantes: em primeiro lugar, a convivência pacífica entre o metro, os veículos automóveis e os peões; em segundo lugar o pormenor de qualidade urbana adoptado em Bordéus, de não existência de catenárias no centro histórico, sendo a alimentação eléctrica assegurada por uma calha localizada no meio dos carris.

1 comentário:

joao disse...

Meu Caro: olha que não é de carris nem integração urbanística,bla bla bla bla, o assunto do Metro: é de carri(s)nho que se trata. Mais uma vez, lá se tirou o tapete a um indefectível e bom técnico -o JR-; esse já foi de Metro e vê lá quem será o próximo a ir de carri(s)nho!